quinta-feira, 3 de julho de 2014

Assista ao trailer da cinebiografia de Jimi Hendrix estrelado por Andre 3000 do Outkast


André Benjamin – mais conhecido pelo nome André 3000 – é a estrela da aguardada cinebiografia de Jimi Hendrix, Jimi: All Is By My Side, que ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira, 3.

O longa traz o MC do Outkast no papel do brilhante guitarrista no início de sua carreira, entre 1966 e 1967.

Ironicamente, por conta da relutância do espólio de Hendrix, Jimi: All Is By My Side não trará nenhuma música criada por ele, mas, sim, canções de Muddy Waters, The Beatles, The Troggs, entre outros.

O filme chegou a ser exibido em março durante o festival South By Southwest, mas sua estreia oficial nas telonas norte-americanas acontece no dia 26 de setembro.



Fonte: Rolling Stone

Bang Em Smurf desmente versão do livro de Ja Rule sobre briga com 50 Cent


O novo livro do Ja, intitulado Unruly tem pessoas falando sobre a sua rivalidade com 50 Cent . A autobiografia inclui passagens onde supostamente Ja fala sobre a luta que a sua banca Murder Inc contra a G-Unit de 50 Cent.
No livro Ja admite ter atingido 50 com um bastão durante a briga em Atlanta e em seguida fugiu. Bang Em Smurf, que era afiliado a G-Unit, estava envolvido na briga e falou realmente o que aconteceu em Atlanta.

“Essa treta foi tensa! Ja tinha um bastão em sua mão, mas ele estava totalmente descontrolado e 50 estava muito calmo naquele dia. Ele não é daqueles que gostam de discutir e então deu um soco no olho do mano, que ficou roxo na hora.”
Smurf acrescentou que não viu 50 ferido após à luta e afirma que a além do roxo que o Ja ganhou os caras roubaram a corrente dele naquele noite.

“Como ele bateu no 50 se foi ele quem saiu com olho roxo e ainda perdeu a sua corrente? 50 saiu bem de boa com a corrente sem nenhum arranhão.”
De acordo com Smurf, Ja Rule está fazendo a mesma coisa que o Prodigy fez, inventando várias histórias pra ganhar uma grana.
“Está fazendo a mesma m**** que o Prodigy fez, pois isso sim é coisa de cagueta. Prodigy, em seu livro, escreveu um monte de lixo, caguetando, tentando incriminar os manos por causa de dinheiro. Pra mim isso é coisa de otário e nem o Prodigy tem o meu respeito.” Conclui Smurf

Fonte: Rapevolusom

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Começou a turnê do casal Carter Jay-z & Beyoncé #ONTHERUN


Os Carters começaram a turnê intitulada On The Run no Miami’s Sun. A turnê começa com imagens do curta que eles lançaram no final de maio deste ano.

Confira alguns videos abaixo do show







O show completo tem mais de 40 músicas entre os dois veteranos. Confira a lista completa e assista Beyoncé & JayZ cantando 03 Bonnie & Clyde, Upgrade U e Crazy In Love abaixo:

1. “’03 Bonnie & Clyde”
2. “Upgrade U”
3. “Crazy in Love”
4. “Show Me What You Got”
5. “Diamonds are Forever”
6. “N—as” in Paris”
7. “Tom Ford”
8. “Run the World”
9. “Bow Down/I Been On”
10. “Flawless”
11. “Yonce”
12. “Dirt Off Your Shoulder”
13. “Big Pimpin’”
14. “Ring the Alarm”
15. “On to the Next One”
16. “Clique”
17. “Diva”
18. “Baby Boy”
19. “U Don’t Know”
20. “Ghost”/”Haunted”
21. “No Church in the Wild”
22. “Drunk in Love”
23. “Public Service Announcement”
24. “Why Don’t You Love Me”
25. “Holy Grail”
26. “Fuckwithmeyouknowigotit”
27. “Beach Is Better”
28. “Partition”
29. “99 Problems”
30. “If I Were a Boy”
31. “Ex Factor” (by Lauryn Hill)
32. “Song Cry”
33. “Resentment”
34. “Love on Top”
35. “Izzo (H.O.V.A.)
36. “I Just Wanna Love U (Give it 2 Me)”
37. “Single Ladies”
38. “Hard Knock Life”
39. “Pretty Hurts”
40. “Part II (On the Run)”
41. “Forever Young”
42. “Halo”

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Brasil é tema de música do Jay-Z em comercial do Beats com Neymar e outras estrelas


A participação de Jay-Z no remix da música “Jungle”, do Ambassadors & Jamie N Commons faz parte de campanha da marca Beats, os headphones mais populares do momento

No comercial, Jay-Z dispara uma letra cheia de referência ao Brasil. Os versos trazem citações às favelas, ao Cristo Redentor e às estrelas do futebol, além de relacionar a Copa do Mundo ao filme Cidade de Deus.

O vídeo da campanha mostra Neymar e outros jogadores em rituais antes de entrarem em campo. “Antes dos gols, antes da glória, há um jogo invisível rolando no vestiário… É assim que o jogo é vencido”, diz o texto de apresentação do vídeo The Game Before the Game , em português “O Jogo Antes do Jogo”.

A marca Beats, ficou conhecida em todo o mundo através de Dr.Dre e recentemente foi adquirida pela Apple.

Confira o videoclipe de "No Mediocre" de T.I. ft. Iggy Azalea CONFIRA O VIDEOCLIPE DE "NO MEDIOCRE" QUE T.I. GRAVOU NO BRASIL COM PARTICIPAÇÃO DE IGGY AZALEA


o rapper norte americano T.I., esteve no Brasil em maio e o resultado desta visita é o videoclipe do single “No Mediocre”, faixa do próximo álbum intitulado “Paperwork”.

Com participação de Iggy Azalea, o videoclipe foi gravado em uma favela da Zona Sul do Rio de Janeiro.Em algumas cenas podemos notar a presença de Mr. Catra entre várias mulheres de shortinhos que dançam até o chão ao lado da loira Iggy.



BONE THUGS-N-HARMONY FARÁ TURNÊ NO BRASIL EM SETEMBRO


Para alegria dos milhares de fãs brasileiro, o grupo Bone Thugs-n-Harmony deve fazer alguns shows no Brasil em Setembro.

A notícia foi divulgada na página oficial do grupo no facebook, onde foi postado por eles mesmo até uma arte da foto do grupo com a bandeira do Brasil (veja acima). Centenas de comentários movimentaram as publicações, algumas até em português, feitas pelo Bone, onde grande maioria são fãs brasileiros a procura de mais informações, pois estão ansiosos pela vinda do grupo.

Parece que desta vez já tem alguns shows fechados e tudo indica que em São Paulo Bone vai se apresentar na Gaviões da Fiel, mas outros dois estados, Rio de Janeiro e Brasilia também devem ser contemplados com a harmonia do Bone.

Esperado desde 2001
A divulgação do evento Millenium RAP divulgou e fez um grande marketing que o Bone seria a atração internacional da grande festa de RAP que reuniu mais de 40mil pessoas no Sambódromo do Anhembi em São Paulo no dia 13 de janeiro de 2001.

Em cima da hora anunciaram que Bone Thugs-n-Harmony não pode vir ao Brasil por pendências de alguns integrantes com a justiça. Depois de passar pelo palco grandes nomes do RAP NACIONAL como Racionais Mc’s, 509-E, Thaíde e Dj Hum, Marcelo D2, Ndee Naldinho, Face da Morte e Xis, o grupo americano Lost Boyz, que não era conhecido pela grande maioria presente, subiu ao palco mas não foram aceitos pelo público que esperava o show do Bone, o grupo foi recebido com uma guerra de latinhas e todos os tipos de objetos, por pouco, não foram lixados pela grande massa.

Bone Thugs-n-Harmony é um grupo de rap dos Estados Unidos formado por Kayzie Bone (Anthony Henderson), Layzie Bone (Steven Howse), Bizzy Bone (Bryon Anthony McCane II), Wish Bone (Charles C. Scruggs) e Flesh n Bone (Stanley Howse) em Cleveland, Ohio em 1991. É conhecido pelo seu estilo de rap harmonizado com os vocais. Em 1997, o grupo ganhou o Grammy Award pelo melhor desempenho de rap, com sua canção “Tha Crossroads”. Desde sua criação nos anos 1990, o grupo foi honrado com outras numerosas premiações.

Aguarde, em breve traremos mais informações sobre a turnê de Bone Thugs-n-Harmony no Brasil.

Fonte: Rap Nacional

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O rapper Tupac Amaru Shakur estaria completando hoje 43 anos


Hoje, o rapper americano Tupac Shakur mais conhecido como "2Pac" estaria completando 43 anos, ficou conhecido por atacar os problemas sociais da época, como racismos e desigualdade social, era vítima da justiça americana tendo recebido diversos processos judiciais, e conhecido mundialmente como um dos maiores ícones do Hip Hop e Gangsta Rap.

Na noite de 7 de setembro de 1996, Tupac, dentro do carro de Suge que era diretor executivo de uma gravadora chamada "Death Row Records" foi atingido por quatro tiros em um tiroteio, na cidade de Las Vegas.

Ele faleceu seis dias depois, vítima de insuficiência respiratória e parada cardíaca, na Universidade Médica de Nevada. Após sua morte, o jornal americano The New York Times o citou como "o maior rapper de todos os tempos".

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Confira abaixo o documentário sobre a trajetória do rapper Tupac

quinta-feira, 5 de junho de 2014

50 Cent anuncia novo disco da G-Unit após show inédito do coletivo no Summer Jam 2014


O novo disco “Animal Ambition” do 50 cent está nas ruas, mas nesta quarta-feira 04/06 ele revelou um novo trabalho.

Durante entrevista para o canal Fox 29′s “Good Day Philadelphia,” ele disse que o próximo disco da G-Unit está a caminho. “Vocês irão conferir o novo disco em Novembro” disse 50.



A G-Unit se apresentou em show único do Summer Jam 2014 com os seus integrantes originais 50 Cent, Young Buck, Lloyd Banks e Tony Yayo

50 gosta mesmo de uma boa polêmica. Há alguns meses atras ele disse que seus associados da G-Unit “tinham uma data de validade”. Ontem Fiddy colocou novamente em um palco Tony Yayo , Lloyd Banks e Buck Young. A apresentação do grupo no Summer Jam na noite de domingo é a primeira desde 2008, quando 50 vazou o áudio do Buck chorando e que desencadeou a grande treta. Esta também foi a primeira vez que 50 Cent foi uma atração principal do Summer Jam em mais de uma década .

Set da noite passada teve Lloyd Banks & 50 cantando ” On Fire” em conjunto, entre alguns outros clássicos da G-Unit .

A questão agora é o que significa esta reunião para o futuro da G- Unit, e pelo jeito vai se confirmar o novo disco da G-Unit em Novembro deste ano.

Confira abaixo o video da apresentação inédita da G-Unit no Summer Jam 2014


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Fonte: Rapevolusom

terça-feira, 27 de maio de 2014

Confira o manifesto do rapper MV Bill - Apologia do Boné


Texto de MV BILL

Vivemos numa época assustadoramente violenta. Sair para o trabalho ou mesmo para comprar pão podem se tornar verdadeiras aventuras. Para ser franco, meus pais diziam o mesmo do tempo deles. Mas é fato que passam os anos e as formas de violência no Brasil tomam novos contornos. As pessoas têm medo de sair de casa e até de ficar em casa. Nesse caos diário, é preciso que a sociedade dê respostas em diversas áreas, como segurança e ética, entre outras – já que não é possível conviver com tantas anomalias sem reagir. No entanto, medidas totalitárias não são bem-vindas. Medidas que reforcem o preconceito e a discriminação não são bem-vindas. E medidas que só atingem grupos historicamente marginalizados também não são bem-vindas.

Uma delas, a meu ver, é a bem-intencionada lei estadual que entrou em vigor no sábado, dia 17, no Rio. Em termos gerais, a lei 6.717/14, de autoria da deputada estadual Lucinha (PSDB-RJ), proíbe “o ingresso ou permanência de pessoas utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face nos estabelecimentos comerciais, públicos ou abertos ao público”. A justificativa da autora do projeto é “impedir que criminosos tentem driblar as câmeras de segurança durante abordagens e assaltos”, como afirmou em uma entrevista.

Não tenho nada contra a deputada, inclusive acho coerente que as pessoas sejam proibidas de andar com rostos cobertos fora do carnaval e das manifestações populares. Em minha opinião isso deve mesmo ser proibido, pois significa um risco à segurança. No que se refere especificamente aos bonés, diz a redação da lei: “Os bonés, capuzes e gorros não se enquadram na proibição, salvo se estiverem sendo utilizados de forma a ocultar a face da pessoa”.

É aí que vejo o problema. A expressão “salvo se estiverem sendo utilizados” dá margem a uma subjetividade na interpretação da lei que não me agrada em nada. Nem a mim nem a nenhum dos milhões de brasileiros historicamente marginalizados que sabem, desde pequenos, que a tal da subjetividade nunca será favorável a nós. É a subjetividade que nos impede de ser bem atendidos em uma loja de grife. A subjetividade no Brasil é construída no contexto de uma sociedade que nivela pobres a marginais que estão sempre na iminência de cometer algum delito – aguardando apenas uma oportunidade e uma forma de se esconder.

Não podemos incluir uma manifestação cultural como é o uso de bonés numa esfera de critérios que nada tem de objetiva, nem está expressa na referida lei. Particularmente, não consigo imaginar os seguranças do Jockey Clube apreendendo os lindos chapéus dourados das socialites cariocas ou paulistanas com o argumento de que seus olhos precisam ser vistos pelas câmeras de segurança. Tão pouco os empresários que igualmente desfilam seus chapéus importados pelas tribunas da vida.

Não estou aqui fazendo uma comparação apressada entre “os bacanas” e a periferia, nem estou dizendo que a lei em si vá contra os jovens das favelas. Estou chamando a atenção para uma reflexão que os parlamentares devem fazer sempre, antes de votar uma lei: ouvir todos os interessados, para levar em conta os hábitos e costumes de um povo. Como no Jockey Clube, em que os chapéus de luxo fazem parte de uma cultura – e suprimi-los seria uma violência contra ela -, no caso dos jovens de periferia ligados ao funk, ao rap e todas as manifestações culturais do hip-hop, o boné faz parte de uma cultura real, de construção de identidade, resistência e atitude.

Não é de hoje que esses jovens sofrem com a agressividade de policiais que, em suas batidas, identificam os que usam bonés com bandidos. O boné incomoda talvez por ser exatamente um equipamento que identifica a origem e o orgulho dessas pessoas. Não seria o caso de ouvi-las antes de elaborar e votar uma lei como a 6.717/14? Mas não. O que ocorreu foi uma opção pela subjetividade de quem vai arbitrar sobre esse tema e julgar se o boné esta ou não dentro dos padrões da lei: gerentes de estabelecimentos comerciais, seguranças privados e policiais. Não estamos aqui reproduzindo a lógica do “sabe com quem você tá falando”?

Eu também quero viver em um lugar seguro, onde o comércio funcione tranquilamente e as pessoas, seja nas favelas, nas periferias ou nos centros urbanos, tenham os mesmos direitos de ir e vir em paz. E tenham, inclusive, os mesmos direitos de terem suas culturas preservadas.

Faço aqui uma “apologia” do boné porque não vou deixar de usar e não vou permitir que me achem um bandido por isso, como sempre acharam. Não me posiciono contra a lei para criar polêmica, mas porque penso de verdade que bonés, assim como outros tipos de chapéu e quaisquer peças de vestuário fazem parte de períodos históricos determinados e identificam pessoas e grupos que não podem ficar sob o julgamento arbitrário de cada um.

Da mesma forma que peças memoráveis como a boina de Che Guevara, o chapéu-coco de Charlie Chaplin ou o chapéu de frutas de Carmem Miranda marcaram época, também poderemos lembrar dos bonés que meus amigos Dexter e Mano Brown, assim como tantos outros MCs, sempre usaram – e se tornaram referência para muitas pessoas. Seja o chapéu do Gog, rapper de Brasília, ou o do grande mestre Cartola, da Mangueira, cobrir a cabeça com histórias não pode ser sinônimo de cobrir o rosto de vergonha – por terem te impedido de circular com algo que, para muitos, é quase uma parte do próprio corpo.

Leis foram feitas para serem cumpridas, mas também emendadas, questionadas ou revogadas. Acredito que a intenção foi boa e torço para que ela dê certo. Porém, seus critérios de aplicação têm que estar expressos na própria lei e não baseados no que cada um acredita. Se for assim, aí tiro o meu boné pra lei.

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terça-feira, 20 de maio de 2014

Kanhanga lança o video clipe da música "Reflexos" #RapRS #RapBR


Narrador Kanhanga lançou o video clipe da música "Reflexos" do CD O Preto do

Bairro II. O vídeo foi gravado pela DI Movie, no bairro Restinga zona

sul de Porto Alegre, no beco do alemão, conhecido como um território

de alta vulnerabilidade social.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

50 Cent lança o video clipe de "Twisted" (feat. Mr. Probz)


Ice Blue relembra início difícil do Racionais e confirma novo EP


Depois de tantos boatos, parece que estamos finalmente nos aproximando do novo disco do Racionais. Sem mencionar datas, Ice Blue revelou alguns detalhes sobre o novo trabalho à coluna “Na Pegada da Periferia”, de Juca Guimarães no Diário de S. Paulo.

O rapper reforçou a importância de criar a produtora Boogie Naipe, que trampa na parte burocrática e permite que os integrantes se dediquem especificamente à arte. Ele confirma que o grupo não esteve parado, mesmo lançando pouco nos últimos anos.

Blue também destaca a importância da Internet e como ela ajudou a nivelar os trabalhos, principalmente em relação a um mercado supostamente mais avançado, que é o estadunidense.

“Em relação à mixagem e à masterização ainda tem uma diferença”, ressalvou ele. “Até por isso, pela primeira vez, vamos fazer a mixagem do nosso próximo EP lá fora para ter essa experiência e ver como é. Aqui no Brasil nós gravamos nos melhores estúdios. Mas ainda queremos ver como é trabalhar com a estrutura que eles têm por lá”, completou.

Assim, ele confirmou o que KL Jay havia dito há alguns dias: o novo disco do Racionais será mesmo um EP; o DJ, no entanto, revelou que o trampo sairá ainda em 2014 e com em torno de dez músicas.

Se realmente for lançado, será mais uma ótima maneira de celebrar os 25 anos do grupo, além da já iniciada turnê especial. Perguntado pela mesma matéria sobre os versos e músicas mais marcantes dessa história, Ice Blue cita “Entre o sucesso e a lama”, do som “Negro drama”.

Se hoje o rapper pode gozar do sucesso monstruoso que faz junto com os outros três pretos “mais perigosos do Brasil”, nem sempre foi assim “fácil”; muito pelo contrário.

“Para mim as lembranças do início de carreira são as mais sofridas porque foi uma época de dificuldades. Para mim foi uma ação totalmente Kamikase. Larguei tudo para me dedicar 100% ao Racionais MCs e não entrava dinheiro. Tinha dias que não tinha grana para nada, mas eu estava lá na luta com eles. Eu sabia que ia virar. Eu tinha 18 anos e trabalhava numa fábrica que era fornecedora da Pierre Cardin. Eu cortava calças e falei: ‘Não vou mais acordar às 5h para bater cartão às 7h e trabalhar o dia todo. Vou fazer o que gosto, vou atrás da música’. A partir dali não fui mais. Larguei mesmo. Deixei para trás”, contou.

Fonte: Vai Ser Rimando